quinta-feira, 11 de março de 2010

Pequenos pensamentos de um poeta exagerado

"Beijo é o fósforo aceso na palha seca do amor"

"O tédio é o sentimento mais moderno que existe."





Cazuza, pseudônimo de Agenor de Miranda Araújo Neto (nasceu dia 4 de abril de 1958, no Rio de Janeiro, Brasil - morreu dia 7 de julho de 1990) na minha humilde opinião maior poeta brasileiro.


"Como é estranha a natureza
morta dos que não tem dor.
Como é estéril a certeza
de quem vive sem amor..."

"Cantando agente inventa.
Inventa um romance, uma saudade, uma mentira...
Cantando a gente faz história.
Foi gritando que eu aprendi a cantar:sem nenhum pudor, sem pecado. Canto pra espantar os demônios, pra juntar os amigos.
Pra sentir o mundo, pra seduzir a vida."

"O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi."

"Nunca tive medo de me mostrar. Você pode ficar escondido em casa, protegido pelas paredes. Mas você tá vivo, e essa vida é pra se mostrar. Esse é o meu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho."

"...cada aeroporto é um nome no papel, um novo rosto atrás do mesmo véu, alguém me espera e adivinha no céu que meu novo nome é um estranho que me quer..."

"Flores são flores
Vivas num jardim
Pessoas são boas
Já nascem assim
Flores são flores
Colhidas sem dó
Por alguém que ama
E não quer ficar só"


Cazuza me define